quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Bandeira da Festa de Nossa Senhora da Conceição

Aconteceu hoje as 18:30 a saida da Bandeira de Nossa Senhora da Conceição , saiu da Rua do gravatá n° 78 , da residencia de Maria do Carmo da Vincola Santana , acompanhado por um carro de som e ao som  da Orquestra Tropicana onde contou com todo seu efetivo , ao chegar na igreja foi executada o Hino de Nossa Senhora da Conceição no hasteamento da Bandeira , logo foi aplaudida a Orquestra Tropicana ...



segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Concerto do Programa de Qualificação em Música


O Núcleo Moderno de Música, coordenado por Bira Marques, realiza um espetáculo em homenagem a Luiz Gonzaga. Apresentando clássicos da obra do Rei do Baião, 120 alunos e professores das disciplinas de Harmonia e Instrumentação, Orquestração e Arranjo formam uma orquestra para executar canções como Xote das Meninas, A Volta da Asa Branca e Baião. A homenagem ao centenário de nascimento do grande músico pernambucano será feita com arranjos criados pelos discentes ao longo dos cursos, que se centraram em técnicas musicais para composição, criação de arranjos e orquestração para Música Erudita Popular.

Concerto do Programa de Qualificação em Música


Nesta quarta!

O Núcleo Moderno de Música, coordenado por Bira Marques, realiza um espetáculo em homenagem a Luiz Gonzaga. Apresentando clássicos da obra do Rei do Baião, 120 alunos e professores das disciplinas de Harmonia e Instrumentação, Orquestração e Arranjo formam uma orquestra para executar canções como Xote das Meninas, A Volta da Asa Branca e Baião. A homenagem ao centenário de nascimento do grande músico pernambucano será feita com arranjos criados pelos discentes ao longo dos cursos, que se centraram em técnicas musicais para composição, criação de arranjos e orquestração para Música Erudita Popular.

Concerto do Programa de Qualificação em Música
Centro de Formação em Artes da FUNCEB
Núcleo Moderno de Música
Coordenação de Bira Marques
Onde: Sala do Coro do Teatro Castro Alves (Campo Grande)
Quando: 28 de novembro de 2012 (quarta-feira), às 20 horas
Quanto: Gratuito

Mais informações:
http://ascomfunceb.wordpress.com/2012/11/21/concertos-apresentam-trabalho-do-programa-de-qualificacao-em-musica-do-centro-de-formacao-em-artes-da-funceb/

Parabens Goiana


Restaurante Internacional Buraco da Gia


Simposio para Regentes e Mestre de Bandas


sábado, 24 de novembro de 2012

CD: Dobrados - Banda do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal


Músicas:
1-Baptista de Mello
2-Velhos Camaradas
3-Jubileu
4-Barão do Rio Branco
5-Brasil
6-Capitão Caçulo (Canção do Soldado Paulista)
7-Saudades de Minha Terra
8-Dobrado 220
9-Nacionalista
10-Bombeiros de Londres
11-Coronel Souza Aguiar
12-Canção do Marinheiro (Cisne Branco)

Livro: Princípios Básicos da Música Para a Juventude - Volume 1


Este livro, é um dos mais conhecidos da área de música no Brasil, creio que tenha sido lançado pela 1ª vez em 1979, e teve varias edições, é um trabalho voltado para a juventude das escolas com a intenção de orientá-la e facilita-lhe os conhecimentos exigidos pelos programas oficiais, uma vez que nele se encontra a matéria do Curso de Teoria Musical das Escolas de Música e Conservatórios, bem como noções ministradas nos estabelecimentos de ensino musical.

Estevam Pedreira de Moura



Estevam Moura nasceu no dia 3 de agosto de 1907, no arraial de Santo Estevão do Jacuípe, hoje, município de Santo Estevão. Era o quarto dos cinco filhos do comerciante João Pedreira Moura e Maria Minervina Carvalho Moura (Dona Vida), que exercia o ofício de costureira, do qual retirava o sustento dos filhos que criou com dignidade, pois o seu esposo faleceu quando Estevam tinha apenas três anos de idade.

Desde os primeiros anos, Estevam já exibia sinais daquela que seria a sua grande vocação, a música. Era comum vê-lo tocando flautas feitas de galhos de mamoeiro e, mais tarde, descobriu que de um tosco instrumento de origem indígena, fabricado com barro cozido, a flauta ocarina, comumente vendido nas feiras-livres de sua cidade, poderia extrair um som melodioso. Não sabia ele, naquela época, que um dia algum músico criativo e talentoso viria a compor peças musicais com este instrumento. Mas foi com estes mesmos instrumentos que Estevam já mostrava talento e inclinação para a música e, com eles, acompanhava os animados desfiles dos zabumdeiros pelas ruas. Aos sete anos, ingressou na escola pública local, onde se destacou como um dos melhores alunos da classe. Ao perceber a sua forte inclinação para a carreira musical, aliada a uma inegável inteligência e sensibilidade, a sua professora, Dona Francisca Simões, obteve de sua mãe o consentimento para colocá-lo na Filarmônica 26 de dezembro, que estava em formação e da qual ele veio posteriormente a ser o Regente, quando então ele compôs sua primeira obra: "Dobrado para Alício Cerqueira". É bom se ressaltar, que era comum entre os compositores de peças musicais para filarmônicas, e Estevam não fugia a esta regra, homenagear pessoas com seus nomes intitulando estas composições.

Aos 18 anos, Estevam deixava a sua terra natal transferindo-se para a então florescente vila de Bonfim de Feira, convidado pelo Sr. Godofredo Leite, influente pecuarista da região, para reger a Filarmônica Minerva. Lá ele tentaria obter o seu sustento com a música, o que não era nada fácil.

Em Bonfim de Feira, o maestro viveu durante sete anos entremeados de bons e maus momentos. Ali ele fez várias composições, dentre elas o dobrado "VERDE E BRANCO", numa fase de grande inspiração e de decepções, pois foi obrigado a vender várias composições a fim de sobreviver. É possível, portanto, se reconhecer o inconfundível estilo de Estevam em composições que levam o nome de outro que não ele. Foi também no Bonfim que ele conheceu e se apaixonou pela bela Regina Bastos de Carvalho, filha de tradicional família local e que viria a ser a sua grande inspiração. O romance foi bastante tumultuado e digno de texto de folhetim. Os pais e indignados irmãos de Regina jamais admitiriam que esta se unisse a um músico pobre e mulato. Daí vieram então ameaças veladas e explícitas. Diante, entretanto, da residência deste casal que não desistia e insistia neste romance, a radicalização de atitudes se configurou num exílio forçado de Regina que foi enviada temporariamente para uma fazenda de cacau no sul da Bahia, que pertencia a um parente, na esperança de que, com o tempo, esta viesse a se curar deste indesejado amor.

Em vão. No seu retorno, Regina caiu nos braços de Estevam e tudo se reiniciou. Daí, a situação se tornou mais tensa e as ameaças mais freqüentes. Estevam foi mantido quase em prisão domiciliar e antes que os fatos viessem a ter um desfecho trágico, um seu decidido e corajoso amigo, de Santo Estevão, o resgatou levando-o de volta a esta cidade. Um dia, após prévio acerto e na calada da noite, Regina fugiu com o seu amado que veio buscá-la montado a cavalo e levou-a para a fazenda de um outro amigo que os acobertou das perseguições que se seguiram. Este arroubo custou caro a Regina que ao final foi deserdada pela família

Casaram-se em Santo Estevão em 1931 e no ano seguinte nasceu a sua primeira filha, Olga, justamente numa época de grandes dificuldades para toda região que foi assolada pela terrível sêca de 1932. O campo de trabalho para o artista deixou de existir e Estevam, pela segunda e última vez deixou sua terra, desta feita sobrecarregado pelos encargos de família. Foi reger a banda de Afonso Pena, hoje município de Conceição do Almeida, cidade localizada numa das poucas zonas poupadas pelo rigor da estiagem, de onde se transferiu definitivamente para Feira de Santana.

Estevam Moura era um homem de finas maneiras, culto, de fino trato e sensibilidade. Fazia questão de estar sempre impecavelmente bem vestido e elegante, notadamente quando regia a banda envergando vistosos uniformes. Exigia dos componentes a conservação do fardamento e do instrumental bem como a ordem e elegância nos desfiles, antes dos quais fazia rigorosa revista.

Ele tocava todos os instrumentos de sopro, embora tivesse predileção pela flauta. Em pouco tempo solidificou amizades com as pessoas mais influentes da região tornando-se popular e conceituado. Exerceu, enquanto aqui viveu, a regência da filarmônica "25 de março". Foi professor de Música e Canto Orfeônico no Colégio Santanópolis e, fato curioso, dedicou-se ao fabrico de palhetas para instrumentos musicais, feitas de bambu, numa época em que o metal estava muito escasso por ocasião da II Grande Guerra Mundial. Estas palhetas, de meticulosa fabricação artesanal, tiveram grande aceitação, muitas das quais foram exportadas para os EUA, e, auxiliado pela sua filha Olga, tentava a custo de muitas horas de sono, atender aos pedidos que vinham de todo país.

Embora dominasse os instrumentos de sopro, Estevam não escondia o desejo de aprender piano. Foi exatamente uma coincidência feliz que lhe proporcionou a realização daquele sonho. Regente da 25 de Março, ele foi residir na antiga rua Direita, hoje formalmente conhecida como rua Conselheiro Franco. Em frente à sede da Filarmônica Vitória, exatamente ao lado de sua casa, morava a não menos talentosa Georgina Erisman, compositora e pianista, autora do hino à Feira de Santana, da qual Estevam tornou-se grande amigo e aluno, chegando a com ela compor em parceria. Esta foi uma oportunidade de ampliar seus conhecimentos musicais e sua cultura geral, embora, como autodidata, já possuía o maestro vasto cabedal de conhecimentos, graças ao seu gosto pela boa leitura.

A primeira composição de Estevam Moura, de que se tem conhecimento, foi o "Dobrado para Alício Cerqueira", cujo título demonstra o carinho do maestro para com os seus amigos, comportamento esse que jamais se alterou durante toda a sua existência, pois Feira de Santana ele viria a dedicar outras composições a pessoas de sua amizade, a exemplo das peças: "Dobrado Arnold Silva", "Dobrado Irene Silva", este último em homenagem à esposa do seu amigo Joaltino Silva, além de "Tusca", esta talvez a sua mais complexa e elaborada composição, O dobrado "Tusca" foi dedicado ao seu filho, que tinha este apelido e se chamava Ernani, provavelmente uma referencia ao compositor modernista Ernani Braga. A propósito do Movimento Modernista, consta que Estevam durante muito tempo trocou cartas com o grande compositor Heitor Villa-Lobos, e, desta experiência, absorveu novos conhecimentos musicais. Numa época de escassez de 
informações, a Rádio Ministério da Educação que ele ouvia diariamente, lhe trouxe subsídios dos grandes compositores da música erudita para as suas composições. Diante disso, pode-se afirmar que Estevam foi um talento mal aproveitado. Pode-se confirmar isto por uma excursão que a Banda 25 de Março fez ao Rio de Janeiro, onde fez algumas apresentações, quando então ele foi convidado a lá permanecer e desenvolver a sua carreira musical. Mas os apelos de sua família fizeram com que em Feira ele permanecesse.

Vale citar o fato de que em 1978, a TV Globo promoveu um grande concurso musical de bandas filarmônicas, onde a 25 de Março se destacou apresentando composições de Estevam e que injustamente terminou em segundo lugar, quando então maestros de grande renome, como Edino Krieger, Marlos Nobre e Julio Medalha, que compunham a comissão de julgamento, teceram rasgados elogios às composições de Estevam, lamentando a sua morte precoce.

Outras composições famosas do maestro, além das já mencionadas, foram as marchas "Constelação" e "Magnata", e os dobrados "Presidente João Almeida", "Allah" e "Vida e Morte". Mas Estevam não se limitava a compor só marchas e dobrados. Fez também música sacra como tedeums e ave marias, fantasias, marchas carnavalescas e foxes como "Reveillon", "Sonho Azul" e outras. Compôs ainda o Hino do Congresso Eucarístico. Sabendo que não poderia sobreviver apenas da música, Estevam foi também funcionário da Guarda Municipal.

Estevam viveu muitas alegrias, festejado como artista e respeitado como cidadão. Faleceu muito cedo, em 1951, aos quarenta e três anos de idade, vítima de um tumor no estômago. No leito, sentindo a proximidade da morte, ele compôs o seu ultimo dobrado, "O Final"
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Joaquim Pereira de Oliveira



O músico e compositor Joaquim Pereira de Oliveira, nasceu na pequena cidade de Caiçara-PB, no ano de 1910. Aos 8 anos de idade, Joaquim trabalhava na marcenaria do seu pai, José de Oliveira e Silva, mas conhecido por José Faustino, que era marceneiro e músico. Além da arte da marcenaria, que ja aprendia com o pai, o menino Joaquim manifestou o desejo de aprender música, tendo iniciado o aprendizado com aulas de flauta e clarinete. Com pouco tempo de aprendizagem, Joaquim, de posse de seu clarinete, já acompanhava o pai, abrilhantando as festas profanas e religiosas do município de Caiçara, revelando o grande músico que seria no futuro.
No ano de 1925, então com 15 anos de idade, quando se aprensentava na Festa da Padroeira da cidade, foi observado pelo regente da Banda de Música da Polícia Militar, maestro João Artur, que, encantado com as qualidades musicais do jovem rapaz, imediatamente procurou o seu pai, solicitando autorização para levá-lo para a capital do Estado, onde, apesar de sua menor idade, seria contratado como arquivista da banda de música.
Na polícia, teve como professores João Artur, João Eduardo, Pedro Rodrigues, José Peregrino e Tonheca Dantas. Esses mestres foram os responsáveis pelo crescimento musical de Joaquim Pereira, que aprendeu executar com perfeição diversos instrumentos musicais, fazendo com que fosse nomeado, com apenas 19 anos de idade, regente da banda de música Tonheca Dantas, tornando-se assim o mais jovem mestre de banda de música militar do Brasil, em toda história.
Durante a sua permanência à frente da banda de música da Polícia Militar, o jovem maestro, compôs dezenas de músicas de vários gêneros, destacando-se, porém, nos dobrados. Sua magistral composição, “Os Flagelados”, foi inspirada nos retirantes da seca, que se postavam defronte ao prédio dos Correios e Telégrafos. A composição, produzida em poucas horas de trabalho, é na verdade um grito de dor e revolta do compositor, indignado com a fome e a miséria que presenciava todos os dias ao se dirigir para o expediente no quartel da Polícia Militar.
O Coronel Otto Feio, então comandante do 22° Batalhão de Caçadores, sediado na capital João Pessoa, ao tomar conhecimento das qualidades musicais de Joaquim, fez gestão, junto ao então interventor da Paraíba, Gratuliano de Brito, para cessão do músico ao Exército Brasileiro. O interventor, após muita resistência, cedeu o mestre de sua banda de música, tendo o mesmo trocado a patente de 3° sargento e mestre da banda de música da polícia, para ingressar no Exército Brasileiro. como soldado músico de primeira classe, pois tinha certeza que com os seus conhecimentos e grande talento, logo se submeteria às provas de sargento músico, o que aconteceu alguns meses depois. Em suas atividades no 22° BC, Joaquim Pereira continuou sua inspirada trajetória como compositor, chegando em pouco tempo, a regente titular da banda de música.
No ano de 1951, ao ser promovido ao posto de 2° tenente músico, o maestro paraibano foi nomeado para dirigir a banda de música da Academia Militar de Agulhas Negras – AMAN, na cidade de Resende, no Rio de Janeiro. Com o novo regente, começaram a chegar pedidos de militares de diversas regiões do País, desejosos de trabalharem sob a batuta do maestro paraibano, cuja fama como músico e compositor, já atravessara fronteiras. Em poucos meses, a Banda de Música da AMAN já estava totalmente reorganizada.
O maestro Joaquim Pereira escreveu, nessa época, o dobrado “Academia Militar”, executado freqüentemente naquela escola de formação de oficiais do Exército. No ano de 1954, saudoso de sua terra natal e com apenas 44 anos de idade, solicitou a sua reforma do Exército Brasileiro, sob protesto de todos os seus superiores hierárquicos e dos seus colegas da banda. Retornou então para a Paraíba, onde se reintegrou as atividades da Orquestra Sinfônica.
No dia 28 de abril de 1993, o maestro Joaquim Pereira nos deixou, tendo a sua morte sido registrada por todos os veículos de comunicação do Estado da Paraíba.

Banda de Música mais antiga do Brasil: Corporação Musical Euterpe (Pindamonhangaba - SP)


Pinda: Os 184 anos da Euterpe, banda mais antiga do Brasil e quarta da América



Espalhando lirismo pelo ar, Corporação Musical Euterpe, a banda de música mais antiga do Brasil,  representa um símbolo vivo da tradição de seu povo. É lembrada sempre como a mensageira da poesia do lugar onde nasceu, por meio de retretas na praça ou no caminhar garboso de seus músicos pelas ruas da “Princesa do Norte”.

A corporação musical que é a mais antiga do Brasil em atividade e a quarta da América, continua despertando o interesse das novas gerações para a prática da música de qualidade e esse poder de rejuvenescimento é o segredo de sua longevidade.

É atribuída ao Maestro João Batista de Oliveira, conhecido por João Pimenta no dia 22 de agosto de 1825 a fundação da Euterpe, banda de música que se mantém acesa, nobre, fascinante e jovem.

Passou por vários momentos de reestruturação, com Joaquim Gomes de Araújo (avô do maestro João Gomes de Araújo) em 1848. Mais tarde, Américo José de Farias, e depois João Antonio Romão também tiveram presenças significativas na história da Euterpe (do grego, deusa da música).

Em 1948, Leão Borges (médico e capitão do Exército) reanimou os músicos ao doar novos uniformes e novos instrumentos. Em 1954, o major Mário Agnelo Lacerda (tenente na época) deu uma nova dinâmica à corporação.
Uma história invejável

A história é rica de grandes e gloriosos momentos. A Euterpe já tocou no Rio de Janeiro a convite do Imperador do Brasil D. Pedro II e para o então governador Jânio Quadros em 1958.
Participou de um dos mais famoso programas de rádio que existiu, o “Lira de Xopotó”, da extinta Rádio Nacional que tinha a sede na cidade do Rio de Janeiro, essa apresentação memorável foi no dia 7 de março de 1964.
Para manter-se jovem e atraente aos novos músicos, o repertório é atualizado e adequado para seu tempo com os tradicionais dobrados, o maxixe, samba e outros ritmos da atualidade.
Enquanto muitas bandas morreram, a Euterpe luta para manter-se viva. Pela história que tem pra contar, sua existência é fundamental porque documentou boa parte da história e cultura de Pindamonhangaba e do Brasil
Luta pela sobrevivência
Sendo a Corporação Musical Euterpe declarada de utilidade pública em 1958, pelo então Governador Jânio Quadros, e incluída como acervo histórico do município em 1990 (lei orgânica municipal), seria redundante afirmar que a Euterpe tem que sobreviver. Isso é fato! Missão deixada por antepassados para que as gerações futuras tenham também um comprometimento com a banda que já tocou para barões e viscondes, governadores, e até imperadores. 
Qual outra entidade pode ostentar tantas primazias?
E para continuar sempre jovem, atualizada, dinâmica, sobeja e orgulhosa de sua rica história, a banda conta com a união de esforços de todos os segmentos da sociedade. 
A Euterpe não pode mais passar por situações constrangedoras como a de não ter recursos para a renovação de instrumentos, para troca de indumentária ou falta de transporte para apresentações em outras localidades
O “Projeto Orfeu, uma semente para o futuro”, poderá garantir a sobrevivência da entidade, enquanto promove a inclusão social. Preparada como signatária para receber seus alunos e desenvolver-lhes o sentimento de cidadania, civismo e amor pela música, a Euterpe tem condições de continuar desafiando o tempo e preenchendo os ares com suas maviosas melodias.
Projetos sociais futuros

A Corporação Musical Euterpe tem acalentado vários projetos sociais, dentre eles, o “Projeto Orfeu, uma semente par ao futuro”. A atual diretoria da Euterpe acredita piamente que um patrimônio como esse que representa a quase bi-centenária corporação, necessita de constante oxigenação.
Alem disso, é possível um trabalho paralelo com as comunidades, fazendo com que a criança ou o jovem sinta prazer em aprender música de qualidade, ficando assim distante do submundo que representa hoje a vida nos bairros

Pensando assim, um ideal da diretoria da Euterpe tem como meta trazer para o convívio da música as crianças e adolescentes que residem em bairros de periferia, ou ainda absorver jovens músicos que se desenvolveram no Projeto Guri, mas que agora não encontram locais e oportunidades para darem continuidade a um aprendizado.

O projeto já é desenvolvido em parte com o curso básico de teoria musical, mas essa iniciativa esbarra na falta de uma sede com espaço maior, o que impede que se trabalhe com um número grande de aprendizes.

A solenidade de comemoração dos 184 anos da Corporação Musical Euterpe aconteceu na noite de ontem, 22 de agosto, nas dependências da Prefeitura de Pindamonhangaba.
Fonte Reportagem de 23 de Agosto de 2009

terça-feira, 20 de novembro de 2012

quilombo

A primeira explicação que vem à mente quando se fala em quilombo é a definição histórica: um ajuntamento formado por escravos fugidos em local isolado para resi
stir contra seus senhores. No entanto, quilombos existem até hoje. Só em Pernambuco, são mais de 120 comunidades, vivendo principalmente no Agreste e Sertão.

Nem todas estas comunidades se originaram da fuga de escravos. Várias delas surgiram após a Abolição, em 1889 – em alguns casos, até décadas depois. Há comunidades que surgiram em terras não ocupadas, mas sim compradas por seus pioneiros. Existem até quilombolas de pele clara. O quê, então, é um quilombo na atualidade?

A Associação Brasileira de Antropologia define os quilombos como “grupos que desenvolveram práticas de resistência na manutenção e reprodução de seus modos de vida característicos num determinado lugar”.

Para a Comissão Pró-Índio de São Paulo, os quilombos se distinguem do restante da sociedade por sua identidade étnica, por sua resistência e autonomia. São grupos de pessoas altamente identificadas entre si e com a terra onde vivem. O que define um quilombo é, portanto, o autorreconhecimento de seus integrantes como tal.

A Constituição de 1988, no artigo 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, garante: “Aos remanescentes das comunidades dos quilombos que estejam ocupando suas terras é reconhecida a propriedade definitiva, devendo o Estado emitir-lhes os respectivos títulos.”

Apesar disso, a maior parte das comunidades quilombolas de hoje ainda não possui a titulação da terra, e deste advém uma série de outros problemas. Por terem ficado relegados e invisíveis aos olhos do poder público por várias décadas, hoje sofrem com o descumprimento de direitos básicos garantidos a toda a população, como acesso à saúde, educação, água, transporte, dentre outros.

Garantir esses direitos de cidadania é o grande desafio do Ministério Público de Pernambuco quanto às comunidades quilombolas.

Fonte: http://www.mp.pe.gov.br/index.pl/gtquilombola

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Retreta alusiva aos 50 anos de Condado - Hino de Condado - (Vídeo 1)

Retreta alusiva aos 50 anos de Condado - ALMA LATINA (Vídeo 3)

Retreta alusiva aos 50 anos de Condado - TRIBUTO A MICHAEL JACKSON (Víde...

Campeonato Nacional de Bandas e Fanfarras


Filarmonica Monsenhor Uchoa ( Camutanga - PE )

 Essa é a Filarmônica Monsenhor Uchôa, da cidade de Camutanga, nessa oportunidade, desfilando no seu 2° encontro de Bandas, seu 88° aniversário, e 2° ano de Aula, alguns desses músicos, recém formados na Filarmônica acima citada.

Sivuca e o Brassil

Aqueles Olhos Verdes - Super Oara - 50 Anos, Ao Vivo

Aquarela do Brasil - Super Oara - 50 Anos, Ao Vivo

New York, New York - Super Oara - 50 Anos, Ao Vivo

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Pontas de Pedra ou Ponta de Pedras ?

Hélder Gadêlha

Estava lendo uma edição de janeiro do ano passado do Fanzine Silêncio Interrompido, recém-nascida e graciosa publicação cultural produzida por jovens idealistas de Goiana, quando me deparei com escrito intitulado De Ponta de Pedras A Pontas de Pedra, “versando” sobre a história da aprazível praia do litoral norte de Pernambuco e indagando na última estrofe: “E por que a praia de ponta de pedras Perdeu esse nome para uma cidade do Pará, se de mais antiga ponta de pedras é? Não sei, só sei que ponta de pedras é agora pontas de pedra”.


Verifiquei que o jovem Thiago Pedro, mais conhecido por Noiado, deu uma valiosa contribuição para que finalmente se dissipassem as dúvidas com relação ao verdadeiro nome daquele distrito de Goiana. No que aproveitei para tentar ajudá-lo em sua indagação e a quem quisesse acabar com a incerteza. Pois bem, caro Noiado! Agora a praia não é Pontas de Pedra. A verdadeira escrita é Ponta de Pedras.


Do acidente geográfico surgiu o nome Ponta de Pedras (ponta vem de terra que avança pelo Oceano Atlântico; e pedras provavelmente pela grande quantidade de pedras que existia no local).
Instigado uma vez pelo querido sociólogo e “cidadão pontapedrense” Aristácio Ferreira lembrei dele ter me dito que uma lei da época do prefeito Harlan Gadêlha definia o nome do local como Ponta de Pedras. Daí que, pesquisando o arquivo da Câmara Municipal de Goiana constatei que a lei não fora oriunda do Poder Executivo, mas sim do Legislativo goianense. O Projeto de Lei nº 033, de 13 de julho de 1988, é de autoria do então vereador Wilfred Gadêlha.
Sabe-se que no estado do Pará existe uma cidade homônima com pouco mais de 24.000 habitantes, situado no arquipélago do Marajó, na região norte daquele estado. Relatos do passado indicam que a Ponta de Pedras paraense foi fundada em 1727, com a categoria de freguesia, sob a invocação de Nossa Senhora da Conceição, padroeira do lugar. Em 17 de maio de 1833, o lugar teve seu território anexado ao de Cachoeiro do Arari, do qual fez parte até 1877, quando a Lei nº 886 elevou-o à categoria de Vila. O novo conselho foi instalado somente quatro anos depois, isto é, em 7 de janeiro de 1881. Com a Revolução de 1930 o município foi extinto e criado um novo, denominado Itaguari. Mas, em 31 de dezembro de 1938, o Decreto nº 3.131 restabeleceu seu nome de Ponta de Pedras, nome dado em virtude das pedras existentes no local.
Em sua justificativa de apresentação do projeto, enriquecida com a colaboração substancial de Aristácio Ferreira, o então vereador Wilfred Gadêlha salienta que “a duplicidade de nomes de localidades encontra-se presente em vários estados da Federação”. Um exemplo: aqui em nosso Pernambuco e no vizinho estado da Paraíba existem as cidades do Condado e do Paulista.
Continua a explanação que “a determinação do Governo Federal,“à época”, no sentido de não coincidirem os nomes de localidades com a mesma denominação foi motivo por que Ponta de Pedras passou a denominar-se Pontas de Pedra, para não se confundir com sua homônima no Estado do Pará...

Outras localidades pernambucanas que tiveram, em 1943, suas denominações mutiladas para atender tais exigências, restauraram o nome antigo em projetos aprovados pela Assembléia Legislativa do Estado, tendo como caso mais recente o de Itambé, em 1975, ficando Pontas de Pedra, por ser distrito, e à espera da iniciativa de um vereador, desfalcada de seu nome original”...
A justificação diz que diante dos fatos a praia goianense deveria voltar a chamar-se Ponta de Pedras, respeitando e homenageando “as suas origens tabajaras, seus primitivos habitantes, em cuja aldeia o padre fransciscano Frei Antonio de Campo Maior fundou, em 1589, uma missão de índios”...
Faz alusão também “ao saudoso desembargador goianense Ângelo Jordão de Vasconcelos Filho, que tanto batalhou pela conservação do nome primitivo, cujas palavras tomamos como nossas:“Se havia de ser sacrificada alguma duplicata, que fosse a cidade do Pará. A nossa tem precedência, não aquela, pois teve o seu início nos primórdios da nossa vida colonial”.
Continuando, diz que, “em 1589, nem sequer o Pará existia como aglomerado de colonizadores portugueses, pois sua capital Nossa Senhora de Belém foi fundada por Francisco Caldeira Castelo Branco, em 24 de dezembro de 1615, donde se concluirá com facilidade que a sua cidade Ponta de Pedras só teria surgido posteriormente...
E acrescenta que, “quando em 1501 a coroa portuguesa enviou a primeira expedição, comandada por Gaspar de Lemos, para reconhecer as terras que Cabral descobrira em 1500, o primeiro ponto de referência foi o cabo de São Roque, no Rio Grande do Norte, e não algum outro acidente geográfico localizado no Pará...
Conclui a justificativa que “por antiguidade que, aliás, é posto, pelos estudos geográficos daquela região, caberia à nossa praia o direito de conservação de seu nome antigo Ponta de  Pedras  sem  a  deturpação que lhe foi imposta, contrariando a própria história,desde sua origem, e a sua projeção internacional no passado como marco nos limites das terras brasileiras, que foi sacrificada à época por uma decisão equivocada, “já que era vila, e a outra por ser cidade mereceu as regalias do veredicto”...

Assim foi aprovado o projeto, onde agora tentamos melhor divulgá-lo para acabar de uma vez por todas nossas dúvidas sobre o nome de uma das mais belas praias do litoral norte de Pernambuco. Litoral este tão esquecido pelas autoridades do Estado, com o Prodetur tendo seus olhos mais voltados para o litoral sul.
Num passado recente, um tal Projeto Costa Verde, decantado pelo deputado federal Pedro Eugênio, falava em investimentos turísticos para o Norte. Queremos saber o paradeiro do projeto deputado! Já o governador Eduardo Campos, mais recentemente defendendo a possibilidade do Recife ser sede da Copa do Mundo de 2014, ventilou a hipótese dos turistas aproveitarem e conhecerem os sítios históricos de Recife, Olinda e Igarassu. E Goiana governador? O presidente da Assembléia Legislativa de Pernambuco, deputado Gulherme Uchoa, defendeu recentemente investimentos para o litoral norte lembrando da beleza das praias de Olinda, Paulista e Igarassu. E Goiana deputado?
O Governo do Estado, no final de 2007, anunciou a pavimentação em asfalto de trecho que liga Ponta de Pedras a Catuama e à Barra de Catuama, salvo engano. Muito obrigado governador! Mesmo assim, aqui faço um apelo: Lembrem mais de nossa rica história e de nossas belas praias Catuama, Barra de Catuama, Carne de Vaca, e PONTA DE PEDRAS, com sua beleza, seu povo hospitaleiro, a passagem do navegador Gaspar de Lemos, o trabalho do missionário Frei Campo Maior, o naufrágio do vapor Bahia...


Hélder Gadêlha é Assessor de Comunicação da Câmara Municipal de Goiana.

Fonte :         http://www.camaragoiana.pe.gov.br/artigos/pontas_de_pedra.htm

Associação Pontas de Pedras


LENINE - LEÃO DO NORTE

Almir Rouche - A Vida Inteira te Amar

Marrom Brasileiro e Versão Brasileira - É tanto amor

Almir Rouche - A Canção ºn 2 do Recife / Madeiras do Rosarinho (Madeira ...

Capiba - Madeira que cupim não rói

Almir Rouche - Hino do Elefante de Olinda / Pitombeira de Olinda

Voltei Recife

Coral Mocambo - Banho de Conde

ARRASTÃO 2012 DA T. C. CEROULA DE OLINDA

80 anos Homem da Meia-Noite

HOMEM DA MEIA NOITE 80 ANOS - SAÍDA 2012

Pitombeira de Olinda 2011

FREVO - Pitombeira dos quatro cantos - Olinda - Pernambuco Nov2010

CIDADE GOIANA PERNAMBUCO


Eleitorado
Aspectos Históricos 
Data de constituição do município : 01/03/1893 
Data cívica (aniversário da cidade): 05/05
O território onde se encontra o município de Goiana, cuja fundação é anterior a 1570, foi inicialmente habitado pelos 
índios caetés e potiguares. Tal fato é mencionado em duas cartas de sesmarias, concedidas a Diogo Dias e Boa 
Ventura Dias, documentos esses publicados em 1871, no nº1 da Revista do Instituto Histórico de Goiana. Os primeiros 
colonizadores chegaram, provavelmente, em 1534. A povoação situava-se no vale do rio Goiana, que é formado pela 
confluência dos rios Capibaribe-Mirim e Tracunhaém. Por se localizar no lote doado pelo rei de Portugal a Pero Lopes 
de Souza, fazia parte da capitania de Itamaracá. Em 1568, por ocasião da visita a Pernambuco do então bispo do 
Brasil, frei Antônio Barreiros, o local foi elevado à categoria de distrito e freguesia. Foi a que mais prosperou, tanto 
que, várias vezes, foi a sede da capitania. Goiana foi um dos pontos de desembarque de tropas holandesas e palco de 
algumas batalhas. Vale salientar o combate travado, em 12 de janeiro de 1640, entre Goiana e a Ilha de Itamaracá, 
pela esquadra hispano-portuguesa do conde da Torre, vinda da Bahia, e a holandesa vitoriosa. No dia 24 de abril de 
1646 os batavos foram derrotados pelos goianenses em Tejucupapo, onde surgiram as “heroínas de Tejucupapo”. Por 
provisão régia de 15 de janeiro de 1685, a Câmara e a Justiça da capitania de Itamaracá se estabeleceram em 
Goiana, que passou à categoria de vila.
Em virtude de ordem régia de 20 de novembro de 1709, a sede da vila voltou para Itamaracá e a vila de Goiana foi 
extinta. Os habitantes de Goiana, descontentes com tal fato, solicitaram em requerimento ao bispo D. Manoel Álvares 
da Costa, então governador interino de Pernambuco, que fosse dada execução à permissão concedida pelo rei ao 
marquês de Cascaes para criar uma vila. O bispo concordou e, em 07 de janeiro de 1711, foi restaurada a vila de 
Goiana, cuja instalação foi efetuada pelo ouvidor-geral Diogo de Paiva Baracho, constituindo-se a Câmara nessa 
mesma data. Goiana voltou, assim, à condição de sede da capitania de Itamaracá, e a seu termo foram vinculadas as 
paróquias de Taquara e Desterro (hoje Itambé). Tal  situação permaneceu até 05 de dezembro de 1713, quando o 
ouvidor pela lei, João Guedes Alcoforado, deu à justiça de Itamaracá a jurisdição de toda a capitania, suprimindo de 
Goiana o estabelecimento de vila. No entanto, o ouvidor trienal dr. Feliciano Pinto de Vasconcelos, conhecendo as 
grandes dificuldades que as partes sentiam em demandar justiça nessa ilha, resolveu em 1714 realizar em Goiana 
algumas audiências e outros atos necessários, exemplo que foi seguido pelos juízes ordinários e pelos vereadores. Os 
moradores de Itamaracá não se conformaram com a situação e, em 1719, representaram contra esse fato ao
governador e capitão general, Manoel de Souza Tavares. Este, no entanto, aprovou o ato do ouvidor e dos 
vereadores, sendo mais tarde a deliberação confirmada pela carta-régia de 06 de outubro de 1742, quando foi 
restaurada a vila de Goiana. 
Em 20 de maio de 1833, por resolução do Conselho do Governo de Pernambuco, foi criada a comarca de Goiana, 
formada pelo termo da vila de mesmo nome, compreendendo as freguesias de Goiana e Itambé. Em 1834 teve o seu 
primeiro juiz de Direito, o dr. Joaquim Nunes Machado. A vila de Goiana foi elevada à categoria de cidade e sede do 
município pela Lei Provincial nº 86, de 05 de maio de 1840. Em 06 de maio de 1844 a Lei Provincial nº 128 anexou à 
comarca da cidade de Goiana parte da freguesia de Tejucupapo, então pertencente à comarca da cidade de Recife. 
Número de eleitores – 2008
Total Masculino Feminino Não informado 
54.459 26.293 28.040 126 
Fonte: TRE. 

terça-feira, 13 de novembro de 2012

CUIDADO COM A PERNA CABILUDA

A EMPAREDADA DA RUA NOVA

O Recife Assombrado

Lendas do Recife: Um Passeio Noturno Pelas Ruas do Recife

Historias do Recife Antigo

A capital pernambucana é a cidade mais assombrada do Brasil, e disso ninguém duvida. E muita gente se pergunta qual o bairro desse município, repleto de estranhezas e mistérios, que teria mais visagens e almas-penadas.

Seguindo as indicações do livro Assombrações do Recife Velho, de Gilberto Freyre, foi constatado que o bairro do Centro, conhecido pelo comércio popular, e por ser o berço de tradicionais agremiações carnavalescas, também é campeão em malassombramentos.

As ruas de São José não são só território do vuco-vuco e do Galo da Madrugada. Nos antigos casarões daquela vizinhança habitam diversos fantasmas. E aqui estão algumas dessas histórias medonhas.

A mulher sinistra do Pátio de São Pedro

Dizem que num sobrado de quatro andares que existe ao lado da Igreja de São Pedro, reside uma figura que provoca calafrios em quem a encontra.

É uma mulher bonita, de longos cabelos negros e roupas provocantes que é vista a caminhar lentamente pelos corredores e escadarias do antigo edifício.

Os que se deparam com ela logo percebem, trata-se uma visagem, alma de outro mundo: depois de alguns passos, a moça misteriosa de semblante tristonho desaparece no ar, como por encanto.

Obra de Lula Cardoso Ayres, série "Fantasmas do Recife
Uns poucos cômodos do sobrado são moradias para algumas famílias. Em outras dependências trabalham costureiras e prestadores de serviços, como pintores de placas. Muitas dessas pessoas já testemunharam a aparição.

A decoradora Rosângela Silva, que morou no lugar, contou o que ouviu sobre a origem da fantasmagoria. Seria o espetro de uma mulher que alugou um dos quartos do velho prédio na década de 50.

Era jovem e atraente, mas vivia só e carregava a dor de uma desilusão: havia sido abandonada pelo amante. Comenta-se que, para sobreviver, trabalhava como prostituta. Certo dia matou-se ateando fogo ao corpo.

Morte lenta e dolorida de quem tenta queimar a dor de uma constante amargura. E desde então virou malassombro, alma-penada, eternamente presa a este plano de existência por causa do terrível pecado que cometeu.

As pessoas que convivem no sobrado já tentaram por fim ao sofrimento desse espírito encomendado missas e requisitando bênçãos dos padres no próprio edifício.

Logo depois dessas medidas as aparições deixam de ocorrer, mas não por muito tempo - não demora e alguém se depara novamente com a sinistra mulher a caminhar pelos corredores.
O sobrado da Estrela

Já não se sabe o endereço do antigo prédio de dois andares. Gilberto Freyre diz apenas que ficava "à esquina de uma velha travessa" do Bairro de São José. No século XIX, lá eram vistas aparições a todo instante.

A assombração era tanta que o sobrado ficou desocupado por vinte anos, até que uma certa família Luna veio a habitá-lo em 1873.

Não tiveram uma noite de paz: viam vultos pelos corredores; na cozinha, ouviam o som de louça sendo quebrada e fogo sendo abanado mesmo quando não havia ninguém no recinto; quando estavam na sala de jantar, areia era jogada por mãos invisíveis nos pratos em que comiam.

A suspeita era de que as ocorrências sobrenaturais estariam ligadas à existência de uma botija escondida entre as paredes.
Obra de Lula Cardoso Ayres. Série "Assombrações do Recife Velho"
Quando os Luna se mudaram, depois de aguentar muitos tormentos fantasmagóricos, a vizinhança foi bisbilhotar o casarão e encontrou um grande buraco no socavão da escada do primeiro andar. Dai correu o boato que a família achou mesmo o tesouro composto de moedas de ouro e prata.

fonte : http://www.realidadeoculta.org/2011/03/historias-do-bairro-mais-assombrado-do.html

Frevo esta concorrendo patrimônio imaterial

Nosso FREVO está concorrendo ao título de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade com mais 35 bens culturais de todo o mundo.

A eleição acontecerá entre os dias 1º e 8 de dezembro, na sede da Unesco em Paris. Representantes de 183 países poderão votar, e elegerão entre cinco e dez expressões. 

VAMOS TORCER!!!!

Banda Musical Revoltosa ( Aliança PE )










segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Filarmonica 28 de Junho


Filarmonica 28 de Junho




fotos Filarmonica 28 de Junho retreta emancipação politica da Cidade do Condado - PE







Filarmonica 28 de junho retreta de emancipação politica da Cidade do Condado





A instituição que é mais antiga até que o município, não poderia deixar de fazer-se presente nas comemorações alusivas aos 50 anos da instalação do Município do Condado. Foi da forma mais comemorativa possível que a Banda Filarmônica 28 de Junho apresentou-se numa retreta empolgante e que atraiu um público significativo.

Destaquemos aqui o pensamento de Arnaldo Vieira de Farias, quando diz: “A gente cresce, envelhece, se muda muitas vezes e a banda sempre ali por perto, metamorfoseada, mas, a mesma”. Com certeza, a mesma banda que no domingo 11 de novembro de 1962 abrilhantou a festa de instalação do município, estava nesta noite de 10 de novembro de 2012, de maneira metamorfoseada, ao lado de outras entidades culturais pernambucanas para comemorar 50 anos de um Condado que lutou ardilosamente por sua emancipação.

No repertório, ressalta-se o sublime Hino Oficial do Município do Condado com letra e música do Pe. Antônio Barbosa Júnior e arranjo do Maestro Ademir Araújo, que foi oficializado na gestão do ex-prefeito Dr. Genivaldo Fonseca.

Por conseguinte, nós que fazemos a Filarmônica 28 de Junho parabenizamos todos os condadenses por esta festa, e que Condado cresça cada dia mais. Confiram as fotos AQUI.    

Praia de Atapuz

Atapuz é uma praia que fica entre o Canal de Santa Cruz e a Ilha de Itapessoca, no município de Goiana, Pernambuco. Com faixa estreita de areia, a ilha é bastante utilizada para a prática de esportes náuticos. A praia de Atapuz fica de frente para a Ilha do Celeiro (também chamada Ilha de Itapessoca) e possui 300 de extensão, sendo bastante procurada para a prática de pesca e passeios marítimos. Coqueiros, vegetação rasteira e pés de fruta também fazem parte da paisagem local. Também é comum na praia encontrar Peixes-boi, pois a praia fica só alguns kilometros do Projeto Peixe-boi, no município de Itamaracá, Pernambuco.



fonte : http://pernambucoimortal.com/c/praias/praia-de-atapuz

Igreja São Benedito Atapuz


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